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O termo pode não ser exatamente esse, mas se você consegue:
- instalar, configurar e subir um servidor LAMP rodando um WordPress redondo
- adaptar ou criar um template para um blog corporativo (não podia deixar de citar HTML/PHP/CSS)
- saber que plug-in instalar se o cliente te pedir AQUELA funcionalidade; e fazer funcionar, claro
- ser gente fina
É bem capaz que você passe momentos bacanas aqui com a gente (house agency de um grande grupo brasileiro).

Requisitos:
- ter empresa aberta (precisa emitir NF)
- ser de São Paulo - SP, pois precisa passar algum tempo aqui dentro (não necessariamente integral; a combinar)
- ser gente fina (sim, de novo; só pra garantir)

O frila é por um mês. A gente pode conversar melhor por aqui:
marcosrs at gmailpontocom subject=Frila WP

Não é você? Agradeço se puder pelo menos encaminhar a conhecidos/interessados.

Abraço.

update: contratado. Obrigado a todos pela ajuda.

Mamãe, eu tô voando!


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Não se fala em outra coisa: Ronaldo no Corinthians. Dizem que a notícia até ultrapassou o mundo esportivo, onde já teria inclusive ofuscado a conquista do tricampeonato consecutivo pelo São Paulo, primeiro clube a ganhar SEIS vezes o Campeonato Brasileiro e sagrar-se o maior campeão da história.

É compreensível, perfeitamente compreensível. O brasileiro é um povo que se solidariza facilmente com a tragédia alheia e Ronaldo, ídolo máximo de uma nação durante toda uma geração, é um rapaz carismático, obstinado, que arrebanha a atenção de multidões quando é assunto.

Não foram poucas as ocasiões em que todo o Brasil e o mundo acompanharam chocados algum fato extremo na vida do atleta.

Por duas vezes sua carreira se viu ameaçada por problemas no joelho. Muitos disseram que Ronaldo havia acabado para o futebol. Todos se lembram das cenas dramáticas de seu doloroso choro caído em campo, da luta para se recuperar, dos quilos ganhos por não estar se exercitando, virando alvo de chacotas às centenas. Ronalducho, diziam seus detratores.

Quem não se lembra da final da Copa de 1998 onde, minutos antes de entrar em campo, o mundo descobriu perplexo que o grande astro brasileiro teve problemas sérios na noite anterior, convulsões que o levaram a não jogar o futebol necessário para ganhar o título e que abalaram todo o time (ok, a França tinha Zidane)? Daquela final saiu talvez o mais cruel apelido que um atleta pode ganhar: amarelo.

Casamentos e relacionamentos arruinados e confusos também não faltaram à agitada vida do rapaz. A sorte parecia brincar com o pobre menino rico nascido no subúrbio carioca.

Sua vida oscilava, com altos e baixos tanto na carreira quanto na vida pessoal. Altos como aconteceu quatro anos depois da Copa na França. Numa superação inacreditável, Ronaldo voltou a uma Copa do Mundo e comandou a vitória da seleção brasileira, uma conquista desacreditada e incrível, com o atacante marcando dois na final contra uma Alemanha impotente diante de um craque brilhante. O mundo assistia fascinado ao retorno de Ronaldo, o Fenômeno.

Mas o destino, maroto, quis que mais uma vez uma tragédia acontecesse. Novamente o joelho colocou Ronaldo de molho. Novamente alguns dígitos somaram-se ao seu peso e a imprensa mundial não perdoou. Fotos de um Ronaldo sem camisa ostentando uma barriga incompatível com um atleta de alto nível estamparam as capas de jornais de todo o mundo. Ronaldo foi mais uma vez ridicularizado globalmente. Parecia um melancólico fim para quem poderia ter sido um gênio de sua era.

Mas o pior ainda estava por acontecer.

Sem jogar há meses, numa noite de comemoração pela conquista de um título de seu clube do coração, por quem um Ronaldo apaixonado luta para ter a oportunidade de jogar, o atleta estrapolou no consumo de álcool e protagonizou um dos escândalos mais bizarros de que se tem notícia no mundo esportivo. Um Ronaldo completamente fora de si amanheceu numa delegacia carioca, numa pândega envolvendo três travestis, um motel e uma certa quantidade de cocaína, o que rapidamente fez desmoronar o que até então parecia intacto diante de tantas desgraças: sua moral e reputação.

O craque rapidamente virou piada no mundo, parecendo que dessa vez, sim, havia chegado ao fundo do poço. Muita gente veio em sua defesa, pois não se abandona um ídolo assim, perdido e desorientado a ponto de dar vexames desta magnitude. Nessa hora a história e a trajetória do craque merecem e têm que ser lembradas.

Mas, inacreditavelmente, e incrível como tudo o que acontece na vida do atleta, o pior ainda estava por vir.

Em 12 de dezembro de 2008 Ronaldo assina contrato com o Corinthians. Desorientado, o craque chegou a dizer que “o Corinthians apareceu como uma luz no fim do túnel”, mostrando quão profundo é o abismo de onde Ronaldo tenta sair.

Joelho bichado, relacionamentos complicados, amarelite na Copa, travestis e cocaína, Corinthians. E a gente se solidariza e pergunta: qual será a próxima tragédia na vida de Ronaldo?

Principalmente pelas tarifas bastante salgadas, há algum tempo venho ensaiando trocar o Unibanco pelo Itaú. Os mais de 15 anos de relacionamento pesam na hora de tomar uma decisão como essa, mas juro que só não agi antes por causa da preguiça mesmo.

Fui empurrando com a barriga até onde deu. Agora chega.

Já havia feito o cadastro de abertura de conta no Itaú na semana passada, dias antes da notícia de fusão entre os dois bancos. Notícia que me deixou bolado, porque agora que são tudo a mermacoisa, tenho medo de ir para o Itaú.

A gota d’água

O motivo que me fez ter pressa em sair do Unibanco foi o “novo site feito para iPhone”. Até semana passada nunca tive problemas para resolver qualquer coisa de banco via iPhone. Afinal, o Safari é um browser decente e o site do Unibanco sempre se comportou de maneira correta. Até então.

Porque para aproveitar o hype do iPhone no Brasil e não ficar para trás em relação à concorrência, eis que o Unibanco também resolveu lançar sua versão de internet banking exclusiva para o smartphone da Apple. Coisa dos homi de marketing, provavelmente.

Só que lançaram um serviço incompleto. Cadê o menu de pagamentos?

Liguei lá, né? Na maior educação:

- Boa noite, preciso pagar uma conta mas o novo site de vocês não tem mais a opção de pagamentos. A conta vence hoje e só tenho meu telefone como meio de me conectar à internet no momento. #Comofas?
- Senhor, vamos transferí-lo para o setor responsável.

Resumindo: expliquei a história duas vezes, ficaram de “verificar” e me retornar em 24 horas. Ontem (dias depois) me ligaram de volta. Pra dizer que:

- Senhor, realmente a opção de pagamentos não está disponível. O setor responsável diz que o prazo para implantação de todas as funcionalidades é novembro.
- Nós já estamos em novembro.
- Até o final de novembro, senhor.

Fui mais paciente do que imaginei ser capaz:

- Então vou repetir a pergunta feita dias antes: e eu não tenho a opção de usar o site antigo, que sempre funcionou bem comigo?
- Não tem, senhor.
- Mas um “site para iPhone” incompleto não me serve de nada, você não acha?
- Entendo, senhor, mas outras pessoas têm visão diferente. Outros clientes nos cobraram um “site mobile”, então disponibilizamos um “site mobile”.
- Incompleto?
- Entendo, senhor. Mas o prazo para implantação é novembro. Favor testar e caso não consiga acesso após este prazo, favor nos informar.

Aprendi que não adianta malhar o pobre operador de fones de ouvido. Vamos os dois nos estressar e não vai resolver.

Então resolvi fazer este post pra desopilar.

Oi, Bradesco?

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